Quem te quer matar?
Quem é que te obriga a chorar um pranto de pensamentos?
Não acredito;
É impossível ser possível
Puxo uma cadeira e sento-me em frente ao mundo
E então acredito,
Então acredito que haja pessoas capazes de te destruir
Desculpa se o meu grito sai rouco
Tento
Será possível haver gente a afectar quem lhes tem afecto?
Só espero que alguém seja capaz de te ressuscitar
De te voltar a dar o verdadeiro sorriso
Que alguém trancou,
De te proteger como eu gostava de ter feito,
Se não conseguir.
1.5.08
25.1.08
Eras tu…
Permanecias ali,
Inaudível e invisível
Aos que passassem
Enlevados pelo vento.
Só eu conseguia ver,
Quem realmente eras…
Que realmente querias ser,
Quem estagnava,
Ali,
Melancolica e tristemente,
Sem ninguém
Com quem desabafar.
Mantinhas-te imóvel,
Sem uma melodia
Sem uma sinfonia
Sem o que sempre foste…
Eras tu…
Sem ti…
REBELO, ana
21.1.08
Sentado,
não sei bem onde estou
não sei bem que margem é esta,
não quero saber.
A visão que tenho daqui
Não devia pertencer a este mundo
Paraíso fúnebre
Ponte férrea
ofuscada pelo contemporâneo
que tenta igualar a obra-prima,
perspicaz idiotice
Morte macabra.
O rio de ouro...
águas de ouro
que esta ponte acolhe
e placidamente deixa passar,
livre
Então olhei para o lado
era a metáfora perfeita.
também o velho me sussurava algo inaudível
espancado pela idade
arrastado para bordo pela vida
nunca mais se lançará às águas
para viver,
sabe que não consegue nadar,
seria morrer...
não sei bem onde estou
não sei bem que margem é esta,
não quero saber.
A visão que tenho daqui
Não devia pertencer a este mundo
Paraíso fúnebre
Ponte férrea
ofuscada pelo contemporâneo
que tenta igualar a obra-prima,
perspicaz idiotice
Morte macabra.
O rio de ouro...
águas de ouro
que esta ponte acolhe
e placidamente deixa passar,
livre
Então olhei para o lado
era a metáfora perfeita.
também o velho me sussurava algo inaudível
espancado pela idade
arrastado para bordo pela vida
nunca mais se lançará às águas
para viver,
sabe que não consegue nadar,
seria morrer...
15.1.08
Local Perfeito
Viste?
Fogo, literalmente
Gente que brinca com as marionetas
Onomatopeias baleantes,
Mais um corpo tombado,
Vacilou...
Mascarado pelo sangue
Rotina do esquecimento
Esqueletos infantis que sobrevivem
Que me sussurram (não têm força para mais)
"Salva-me"
E o q é q fazemos?
Pomos auscultadores e fingimos que não ouvimos
Viste?
Não, não quiseste ver
Não te preocups,
não foste a única
não te mexes,
inerte...
Cresce
Já houve quem fosse obrigado a crescer muito depressa...
Sem que o tempo o quisesse
Fogo, literalmente
Gente que brinca com as marionetas
Onomatopeias baleantes,
Mais um corpo tombado,
Vacilou...
Mascarado pelo sangue
Rotina do esquecimento
Esqueletos infantis que sobrevivem
Que me sussurram (não têm força para mais)
"Salva-me"
E o q é q fazemos?
Pomos auscultadores e fingimos que não ouvimos
Viste?
Não, não quiseste ver
Não te preocups,
não foste a única
não te mexes,
inerte...
Cresce
Já houve quem fosse obrigado a crescer muito depressa...
Sem que o tempo o quisesse
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